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Os Escritos de Balaão – O Feiticeiro

Balaão, o símbolo do mal!

“Balaão era o maior sábio em bruxaria que havia no mundo” (Zohar Balak 207b).

Está escrito na Ética dos Pais (5, 22):

"Todo aquele que possui estes três atributos é um discípulo de Avraham, nosso Patriarca, porém, se tiver os outros três atributos, é um discípulo de Balaão, o perverso:

Um olho bom, humildade e modéstia são as características dos discípulos de Avraham, nosso Patriarca.

Um olho mal, orgulho e imodéstia são as características dos discípulos de Balaão, o perverso."

ָּכל ִמי ֶׁשֵּיש ְּבָּידוֹ ְּשלָּשה ְּדָּבִרים ַהָּללוּ, ִמַתְּלִמיָּדיו ֶׁשל ַאְּבָּרָּהם ָּאִבינוּ.וְּּשלָּשה ְּדָּבִרים ֲאֵּחִרים, ִמַתְּלִמיָּדיו ֶׁשל ִבְּלָּעם ָּהָּרָּשע. ַעִיןטוָֹּבה, ְּורוַּח ְּנמוָּּכה, ְּוֶׁנֶׁפש ְּשָּפָּלה, ִמַתְּלִמיָּדיו ֶׁשל ַאְּבָּרָּהם ָּאִבינוּ. ַעִיןָּרָּעה,ְּורוַּחְּגבוָֹּהה,ְּוֶׁנֶׁפשְּרָּחָּבה, ִמַתְּלִמיָּדיו של ִבְּלָּעם ָּהָּרָּשע. ַמה ֵּבין ַתְּלִמיָּדיו ֶׁשל ַאְּבָּרָּהם ָּאִבינוְּּלַתְּלִמיָּדיו ֶׁשל ִב ְּל ָּעם ָּה ָּר ָּשע. (....)

Entende-se que, em sua comparação, a Mishná citada escolheu utilizar o Patriarca Avraham como o representante do bem e do sucesso, elegendo, após isso, o feiticeiro Balaão como a expressão máxima do próprio mal e do fracasso.

Balaão e Labão

Balaão era neto de Lavan (Labão), que tentou matar Yakov (Jacob) através da magia negra e fracassou. Assim como Balaão, funcionamento do campo da impureza. Através o sogro de Yakov era perito em bruxaria e entendia sobre a estrutura e o dessas forças, ele tentou assassinar o genro, entretanto não obteve êxito, já que foi impedido por D'us de causar-lhe qualquer dano. A pessoa que cumpre integralmente a vontade de D’us é livre de qualquer força impura, encontrando-se protegida através de sua conexão com o Criador. Por esse motivo, Yakov não foi afetado pela feitiçaria de Labão (Baseado em Zohar, Beshalach 64b; Rashi, Deuteronômio cap.11, vers.23 e 25).

De acordo com o Midrash Tanchuma (Va’ietsê 13), Balaão era o próprio Labão! De fato, quem era Balaão? O próprio Labão ou o seu neto? Na verdade, era ambos!

Balaão era neto de Labão, porém, além disso, nossos sábios revelam que ele também era sua reencarnação. Ou seja, ele era o próprio Labão que nasceu reencarnado como seu neto. Ao voltar, pretendia tentar novamente exterminar a descendência de Yakov e seguir com seu plano de implantar o "exército" das forças de impureza no mundo (Ets Yossef em nome do livro Zekukim Denura).

Nossos sábios, na parte oculta da Torá, ensinam que o mal não possui uma força independente, pois toda a sua existência também provém do Criador do universo. Por estar tão infiltrado nas forças de impureza, Balaão conseguiu enxergar o local por onde o mal recebe a força de existência de D'us. De lá, ele percebia e via a Presença Divina como se olhasse através de uma janela (Zohar). Assim, também foi conhecido como o profeta das nações, ficou famoso como um grande interpretador de sonhos, filósofo e mago poderoso e obteve uma imensa influência através de suas palavras. Todos conheciam a força de sua maldição.

Em relação a Balaão, a Torá cita: "Diz Balaão, filho de Beor, o homem com o olho 'aberto'...". "Tem uma visão do Todo-Poderoso. Vê enquanto cai (em transe) e lhe é revelado (uma visão sobrenatural)" (Bamidbar 22). Em outra citação, comprova-se que Balaão era uma personalidade mundialmente conhecida, como está escrito: "Balaão profetizava para os povos..." (Midrash Bamidbar Rabá 14;, 5; Talmud, Baba Batra 15b). A sua fama era tão grande que o rei de Moav, Balak, quando se viu em perigo, fez questão de trazê-lo de longe, como será explicado mais adiante.

Como nos conta a Torá, Balak convocou Balaão para maldizer o Povo de Israel, que ainda se encontrava no deserto, afirmando: "Pois eu sei que aquele que você abençoa é abençoado e aquele que você maldiz é maldito" (Bamidbar 22, 6). O ódio de Balaão contra os judeus estava cravado em seus ossos, algo sobrenatural. A ira que há na cólera do mal contra o bem provém, simplesmente, do sentimento de repugnância que a existência da bondade no mundo lhe causa. Essa raiva foi estimulada ainda mais pelos filhos de Labão, que inventaram uma difamação contra Yakov e a passaram para todos os seus descendentes. Eles cresceram escutando: "Saibam que Yakov roubou todos os pertences de nosso pai, Labão". Balaão, extremamente ganancioso em questões materiais, acreditava nessa difamação e odiava com todo o coração os descendentes de Yakov. (Baseado em comentários de Ba’al Há’turim).

O mal luta contra os limites da consciência e estimula o "desejo sem fronteiras", retornando em cada geração incorporado nas personalidades que deseja para propagar-se no mundo. Não há muito tempo, pudemos ver a expressão do mal no carrasco nazista Adolph Hitler, que seu nome seja apagado. Não foi por acaso que ele expressava o mesmo ódio de Balaão contra o Povo de Israel. Não foi por coincidência que ele expressou: "Os Dez Mandamentos perderam sua validade... Consciência é uma invenção judaica. É um defeito como a circuncisão..." (Herman Rauschning, Hitler speaks, página 220).

"Balaão ensinou a imoralidade a humanidade" (Rashi). "Ele foi o progenitor da prostituição e dos jogos" (Rokeach, midrash Rabá).

Este texto é reprodução de parte do conteúdo do e-book Os Escritos de Bilam, O Feticeiro.

A reprodução desse conteúdo é proibida sem a autorização do autor.

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